Gays Também Podem Ter Filhos

Gays Também Podem Ter Filhos

Nos Estados Unidos, cerca de 37% da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual têm descendência, 60% dos quais são filhos naturais. Conforme com o Instituto Williams, casais gays com filhos têm, aproximadamente, dois. Estes dados podem não ser substanciais o suficiente para que traços genéticos peculiares ao grupo avancem. O biólogo  Jeremy Yoder lembra que boa parte da história mais recente, pessoas gays não viveram vidas abertamente homo.

Obrigadas pela sociedade a casarem e prover filhos, seus índices de procriação devem ter sido maiores do que são hoje.

Medir a quantidade de gays que têm herdeiros também depende de como você define “ser gay”. Muitos dos homens heterossexuais que têm relações sexuais com os fa’afafine em Samoa contraem matrimonio com mulheres e têm herdeiros.

“A categoria da atração pelo mesmo sexo mostra-se muito disseminado quando temos uma perspectiva multicultural”, diz Joan Roughgarden, um biólogo evolucionista na Universidade do Havaí.

No Ocidente há sinais de que muitas pessoas passam por uma fase de movimento homossexual, mesmo que venham a ser heterossexuais.

Isso deixaria mais complicado afirmar que pais que levam uma vida como gays poderiam passar “genes gays” adiante.

Nos anos 1940, o cientista de sexo americano Alfred Kinsey comprovou que apenas 4% dos homens brancos eram exclusivamente homossexuais após a puberdade, mas 10% dos homens tiveram um período de atividade gay de 3 anos e 37% tiveram envolvimento com alguém do mesmo sexo em determinando momento de suas vidas.

Estudo de Caso

Uma pesquisa nacional de atitudes em relação ao sexo elaborada na Grã-Bretanha em 2013 mostrou número mais baixos.

Cerca de 16% das mulheres tiveram envolvimento sexual com outra mulher (8% tiveram contato na genitália) e 7% dos homens disseram ter experimento sexual com um homem (5% fizeram contato genital).

Maioria dos estudiosos pesquisando a gay estão mais interessados na existência de um modelo de interno contínuo. Como gay ou heterossexual não é tão relevante, nem ter relações homossexuais com maior ou menor frequência.

“A identidade sexual e os comportamentos sexuais não são boas medidas da orientação sexual. Os afetos sexuais, sim”, diz Paul Vasey.

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